terça-feira, 4 de junho de 2019

Cobras venenosas e homeopatia

Replicado da Revista de Homeopatia

Comparative study of the pathogenetic symptoms of

four homeopathic medicines derived from snakes:

relationship between venom composition and snake species

Gustavo Henrique da Silva, Pedro Folgueri Silveira, Caio Leite Ascava, Anamélia Frozoni Lomonaco,

Abstract

One of the traditional foundations of homeopathy is the proving of medicines in healthy individuals. This to say, before used in clinical practice by means of the law of similarity, substances or drugs are tested in healthy volunteers to establish the signs and symptoms they cause with full precision.

Homeopathic medicines prepared from snake venoms are used quite often in clinical practice, 

Lachesis mutain particular.

The aim of the present study was to compare the set of pathogenetic symptoms of four homeopathic medicines derived from snakes, i.e., 

Elaps corallinus,
Bothrops lanceolatus,
Crotalus horridus,
Lachesis

 to correlate common actions, and discuss the biochemical differences that account for each one’s specificities.

The pathogenetic descriptions of LachElapsCrot-h and Both-l exhibit many traits in common with the effects of the venoms of Lachesis muta, Micrurus corallinus, Crotalus horridus and Bothrops jararaca, respectively, which justifies the inclusion of toxicological data in the homeopathic materia medica.

We conclude that the investigated homeopathic medicines exhibit pathogenetic traits corresponding to hemorrhagic, inflammatory, and neurotoxic events, however, they also exhibit individual and clinically specific actions that hinder the elaboration of a single pathogenetic picture.

The composition of each snake venom accounts for the pathogenetic action of the corresponding homeopathic medicines, as well as their similarity with snake bites.

sexta-feira, 1 de junho de 2018

quinta-feira, 31 de maio de 2018

Leis para Bike


O que diz o Código de Trânsito Brasileiro sobre bicicletas e ciclistas

02 de fevereiro de 2015

Por Fernanda Ribas

Para andar de bicicleta por aí não basta apenas saber pedalar. É preciso ficar atento às leis para entender quais são seus direitos e deveres enquanto está sobre duas rodas. Separei alguns artigos do Código de Trânsito Brasileiro importantes. Confira:

Art. 29: Os pedestres têm prioridade sobre ciclistas e os ciclistas, sobre demais veículos.

Art. 58: Se não houver ciclovia, ciclofaixa ou acostamento, ou quando não for possível usá-los, o ciclista deve transitar nos bordos da pista de rolamento, no mesmo sentido de circulação da via, com preferência sobre os veículos automotores.

Art. 59: A bicicleta só pode transitar na calçada com autorização da autoridade de trânsito e sinalização adequada.

Art. 49: O condutor e os passageiros de um veículo não deverão abrir a porta, deixá-la aberta ou descer do veículo sem antes se certificar de que não há perigo para os que passam pela via.

Art. 68: Para atravessar na faixa de pedestres é preciso sair da bicicleta e empurrá-la, equiparando-se ao pedestre em direitos e deveres.

Art. 105: São equipamentos obrigatórios: campainha, sinalização noturna dianteira, traseira, lateral e nos pedais, e espelho retrovisor do lado esquerdo.

Art. 181: É infração grave, sujeita a multa e guincho, estacionar um veículo na ciclovia ou ciclofaixa.

Art. 201: O veículo automotor deve ultrapassar a bicicleta a uma distância mínima de 1,50 metro.

Conceitos:

CICLO – veículo de pelo menos duas rodas à propulsão humana, como bicicleta, skate, patinete e patins.

CICLOFAIXA – parte da pista de rolamento destinada à circulação exclusiva de ciclos, delimitada por sinalização específica.

CICLOVIA – pista própria destinada à circulação de ciclos, separada fisicamente do tráfego comum.

PASSEIO – parte da calçada ou da pista de rolamento separada por pintura ou elemento físico separador, livre de interferências, destinada à circulação exclusiva de pedestres e, excepcionalmente, de ciclistas.

sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Tabela Periódica Funcional

Esta tabela periódica interativa mostra o propósito de cada elemento

de Merelyn Cerqueira 

Quase todo mundo, em algum ponto da vida, já olhou para a tabela periódica e se perguntou: “Qual a utilidade que isso terá em minha vida?”. Considerando que é difícil entender e guardar na memória todas as aplicações dos metais, não metais, gases nobres e assim por diante, o físico e engenheiro de software, Keith Enevoldsen, criou uma versão interativa dessa sistemática disposição de elementos químicos desenvolvida pela primeira vez em 1869, pelo químico Dmitri Mendeleiev.  

 

Quando era criança, gostava das tabelas periódicas com figuras, mas elas nunca tinham boas imagens de todos os elementos”, disse em entrevista à BBC. “Queria que toda tabela fosse colorida, com um design limpo, que não fosse cheia dos números dos pesos atômicos que, para as crianças, não servem para muita coisa”.

Assim, inspirado pelo livro “Building Blocks of the Universe” (“Blocos de Construção do Universo”, em tradução livre), de Isaac Asimov, que possui informações da história e uso de cada um dos elementos, ele desenvolveu uma versão alternativa para a tabela.

 

Chamada de “The Periodic Table of the Elements, in Pictures and Words” (“A Tabela Periódica dos Elementos, em Figuras e Palavras”), ela está disponível (apenas em inglês) para consulta online neste site e em versões mais detalhadas para impressão aqui.

Basta clicar sobre o elemento desejado, e a imagem dele será ampliada para fornecer informações como: número atômico, símbolo, nome, se é metal/não metal e informações sobre utilidades e onde pode ser encontrado

sábado, 6 de fevereiro de 2016

Coco

Coco ou côco?


conteúdo transcrito de: http://duvidas.dicio.com.br/coco-ou-coco/


forma correta de escrita da palavra é coco, sem acento. A palavra côco, com acento circunflexo na primeira sílaba está errada. Devemos utilizar o substantivo masculino coco sempre que quisermos referir o coqueiro ou o fruto do coqueiro. Refere-se ainda à cabeça e ao crânio ou ao papão, um monstro imaginário infantil. Pode significar ainda um recipiente, muito dinheiro ou um tipo de dança de roda.
A palavra coco tem uma origem incerta e controversa. É uma palavra paroxítona, tendo a penúltima sílaba como sílaba tônica. Não necessita de acento circunflexo uma vez que, segundo as regras de acentuação do português, as palavras paroxítonas não são geralmente acentuadas, com exceção das paroxítonas terminadas em: r, x, n, l, ps, om, ons, um, uns, ã, ãs, ão, ãos e ditongos orais. Terminando a palavra coco em o, não necessita de ser acentuada.
Exemplos:
  • Aquele coqueiro está cheio de cocos.
  • Bati com meu coco no parapeito da janela.
  • Coco é um monstro imaginário que assusta as crianças.
Coco é sinônimo de coqueiro, coco-da-baía, cabeça, crânio, cocuruto, cuca, papão, bicho-papão, coca, dinheirama, dinheirada, dinheirame, cabaça, recipiente, vasilha, entre outras.
Atenção!
Existe ainda a palavra cocô que é oxítona e, em linguagem informal, significa fezes e excrementos.